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Erectus: Por que sobreviveu a espécie errada? parte de uma premissa deliberadamente incômoda: a espécie humana que restou pode não ter sido a mais apta a persistir. Não como provocação retórica - como conclusão sustentada por evidências que raramente recebem a honestidade que merecem.
O Homo erectus viveu entre 1,5 e 1,9 milhão de anos em equilíbrio relativo com a biosfera. Atravessou eras glaciais, adaptou-se a continentes distintos e manteve sua tecnologia funcional por centenas de milênios. O Homo sapiens existe há cerca de 300 mil anos. Nos últimos doze mil - o intervalo inteiro da chamada civilização - construiu arsenais nucleares, desestabilizou o clima planetário e instalou uma epidemia de sofrimento psicológico sem precedentes na história evolutiva do gênero.
Este ensaio propõe uma distinção central entre eficácia e efetividade, e aplica ao Homo sapiens os únicos critérios que a Natureza parece efetivamente impor: longevidade no tempo profundo, integração sustentável com o ambiente e ausência de ameaças autoprovocadas. Medido por esses parâmetros, o suposto ápice evolutivo revela-se uma hipótese ainda em teste - e o veredito, por ora, permanece aberto.
Esta é a segunda edição revisada, publicada pela Brain Codex em 2026.
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