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Investigou-se por este estudo se a concepçăo presente na Teoria de Replicadores, expressa através do conceito de "meme" (DAWKINS, 1979), poderia ser um modelo compatível para explicar a propagaçăo de memes no substrato das mídias sociais. No âmbito dos estudos locais, Recuero (2006) sugeriu uma transduçăo desse modelo, baseando-se nas concepçőes de Dawkins (1979). Refletindo sobre o posicionamento epistemológico de Recuero (2006), o presente trabalho, baseando-se em Dennett (1995), Blackmore (2002) e Tyler (2011b; 2013b), procedeu ŕs instâncias de Análise Conceitual e Composicional dessa transduçăo. A partir do conceito de "memeplexo" (BLACKMORE, 2002), esta pesquisa de base linguística (HALLIDAY, 1987) entende os memes, no substrato das mídias digitais/sociais, como práticas de produçăo e distribuiçăo linguístico-midiáticas, propaladas a partir de diversas unidades de propagaçăo e das relaçőes criadas pelos internautas nesse processo de transmissăo. Investigando tais relaçőes, a partir da instância de Análise Relacional, propőe-se examinar unidades de propagaçăo reconhecidas, neste trabalho, como expressőes meméticas (oriundas dos fenômenos "Que deselegante" e "#Tenso").
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