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O livro Esquadro e Compasso: Não Combinam com Martelo e Foice, do Prof. Dr. Domingos Raimundo da Paz, é uma poderosa epopeia cultural e espiritual que se apresenta como um clarim de instrução para os homens livres e de bons costumes. O autor, um "Avatar da Era da Consciência", utiliza rigor científico e discernimento espiritual para proteger a humanidade, denunciando a incompatibilidade absoluta e irreversível entre os símbolos da construção e os instrumentos da destruição. O Esquadro e o Compasso representam a ordem, a retidão, a harmonia cósmica e a busca pela Liberdade e Verdade, sendo o selo das leis universais que estruturam a vida e promovem a lapidação da pedra bruta.
Em contrapartida, o Martelo e a Foice são símbolos forjados no ódio e na mentira, representando o colapso da liberdade, a escravidão das mentes e a profanação da alma, pois onde o Esquadro traça, a Foice ceifa, e onde o Compasso mede, o Martelo golpeia com brutalidade. A obra é uma denúncia veemente do comunismo não apenas como ideologia política, mas como um "vírus da consciência", uma "religião invertida" de culto à inveja e à destruição espiritual. Expõe a "tríade profana" de Marx, Lênin e Stálin como arquitetos do mal e confronta a insidiosa infiltração dessa ideologia no seio da Ordem Maçônica, sentenciando que um Maçom que flerta com o comunismo "trai não apenas a si mesmo, mas a toda a Fraternidade".
A Maçonaria é convocada a "expurgar de si toda contaminação ideológica" para manter-se como farol. Estruturado em 33 Capítulos, o livro é um caminho iniciático que usa Neurociência, Psicanálise e Teologia para desvelar os mecanismos de manipulação da sombra. O leitor é convocado para a "guerra silenciosa, mas implacável: a batalha pela alma da humanidade", onde o discernimento é a principal arma.
Este é um "guia de combate", uma "espada de palavras forjada no fogo da verdade", exigindo que o obreiro confronte o silêncio cúmplice. A mensagem é clara: o Maçom verdadeiro é laborioso e protetor da vida, a antítese do comunista. A escolha é total: "ou se constrói com a Luz ou se destrói com as Trevas".
O Esquadro da Justiça e o Compasso da Misericórdia jamais serão coniventes com o Martelo e a Foice do ódio. O livro é uma advertência final para que o obreiro se levante como sentinela da consciência e guardião da liberdade, pois a Verdade é eterna e a Luz é invencível.
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